O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou da Cúpula do G7 em Évian-les-Bains, França, no dia 17 de junho de 2026, onde defendeu a necessidade de investimentos de países ricos em nações menos desenvolvidas para o crescimento econômico global. Em coletiva de imprensa, Lula enfatizou que o Brasil endossou três declarações do G7, abordando temas como segurança digital, combate ao câncer e narcotráfico.
Debates e Propostas
Durante o evento, Lula participou de três sessões de debates, abordando a criação de novas parcerias e a importância do crescimento econômico equilibrado. Ele destacou que os países desenvolvidos precisam entender a importância de criar novos consumidores, especialmente na África, América Latina, Índia e China, e que isso requer investimentos e geração de empregos.
Reuniões Bilaterais e Acordos Comerciais
Além das discussões no G7, Lula manteve reuniões bilaterais com líderes como Emmanuel Macron, da França, e Volodymyr Zelensky, da Ucrânia. Um destaque foi o anúncio do início das negociações entre o Japão e o Mercosul, que ocorrerão na próxima cúpula do Mercosul, marcada para 30 de junho em Assunção, Paraguai.
O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, também mencionou a aprovação do Acordo EFTA-Mercosul pelo Legislativo Suíço, ressaltando a importância dessa notícia para as relações comerciais do Brasil.
Opinião
O presidente Lula, em sua participação na cúpula do G7, reafirmou o compromisso do Brasil em discutir e propor soluções para os desequilíbrios globais, enfatizando a importância de um crescimento econômico que beneficie todos os países.
Opinião
A participação de Lula na cúpula do G7 destaca a crescente importância do Brasil nas discussões sobre economia global e a necessidade de um equilíbrio entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento.





