O desabamento parcial de uma ponte no município de Sena Madureira, no Acre, deixou quatro feridos na noite de 5 de junho de 2026. A estrutura, que custou mais de R$ 36 milhões e foi inaugurada há apenas dois anos, sofreu a perda de 60% de sua estrutura, segundo estimativas do Corpo de Bombeiros Militares do Acre.
Entre os feridos está o advogado e ex-juiz Ednaldo Muniz dos Santos, de 54 anos, que se autointitula vereador voluntário. Ele gravava um vídeo denunciando problemas na estrutura minutos antes do desabamento e, atualmente, encontra-se em estado gravíssimo, com traumatismo craniano e fratura na região pélvica. Ednaldo foi transferido para Rio Branco e está internado em uma unidade intensiva de tratamento.
Outro ferido é Ednei Muniz dos Santos, de 51 anos, irmão de Ednaldo, que sofreu fratura no antebraço e aguarda cirurgia, mas está estável. Os demais feridos incluem Antônio Morais Lima Filho, de 36 anos, com fratura na perna, e Weverton Murieta, de 34 anos, que sofreu ferimentos leves.
A ponte havia sido interditada na noite anterior ao desabamento, e as autoridades afirmam que os feridos se encontravam no local irregularmente. O governo do Acre está apurando as causas do desabamento, e um inquérito foi aberto com prazo de 30 dias para conclusão.
Opinião
A tragédia do desabamento da ponte em Sena Madureira levanta questões sobre a segurança das infraestruturas no Brasil e a responsabilidade das autoridades na manutenção e fiscalização dessas obras.





