A onda de furtos de materiais metálicos ganhou mais um alvo em Campo Grande: os hidrômetros antigos. Após os criminosos terem se concentrado em produtos como cobre, alumínio, latão e bronze, agora os equipamentos de medição de água também entraram na mira.
O problema se agrava, pois as ações não ocorrem apenas durante a madrugada. Moradores relatam que os furtos estão sendo praticados também à luz do dia, em diferentes regiões da cidade. Essa situação tem gerado um aumento na sensação de insegurança e impotência diante da escalada das ocorrências.
Os cavaletes com os aparelhos fora das residências são considerados vulneráveis, tornando-se alvos fáceis para os criminosos. Essa nova fase de furtos tem deixado os moradores em alerta constante.
Praça Juvêncio César da Fonseca
Além dos problemas de segurança, a cidade também se mobiliza para homenagear figuras importantes. Os vereadores de Campo Grande aprovaram um projeto de lei que dá o nome de Praça Juvêncio César da Fonseca ao espaço público situado na Vila dos Ferroviários. A área é delimitada pela Avenida Euler de Azevedo e pelas ruas Clodoaldo Hugueney Sobrinho, Isidoro Grinfelder e Padre Valentim.
A proposta, de autoria do vereador Ronilço Guerreiro, presta homenagem ao ex-vereador, ex-prefeito de Campo Grande e ex-senador Juvêncio César, reconhecido por sua trajetória na política sul-mato-grossense.
Opinião
A crescente onda de furtos em Campo Grande revela uma necessidade urgente de ações efetivas por parte das autoridades para garantir a segurança da população.




