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Polícia Militar do Rio perde dois agentes em confrontos violentos e trágicos

Polícia Militar do Rio perde dois agentes em confrontos violentos e trágicos

O sargento da Polícia Militar Adriano Pereira de Souza, de 36 anos, faleceu no dia 1º de outubro durante um confronto na comunidade do Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, zona norte do Rio de Janeiro. Ele foi atingido por um tiro na cabeça e, apesar de ter sido socorrido de helicóptero para o Hospital Central da corporação no Estácio, chegou sem vida.

A ação policial tinha como objetivo desarticular atividades criminosas e remover barricadas que dificultavam o trabalho das forças de segurança. Durante a operação, foram apreendidos um fuzil e uma pistola, mas não houve prisões. A Secretaria de Estado de Polícia Militar lamentou a morte do sargento, que deixa dois filhos.

Outra tragédia na corporação

Antes da morte de Adriano, o subtenente André Luiz Cardoso Eccard, de 49 anos, foi morto em um ataque em Jacarepaguá no dia 28 de setembro. Eccard, que fazia parte do Grupo de Ações Táticas (GAT), foi atingido por tiros de fuzil disparados por dois homens em uma motocicleta. Durante o ataque, outros dois policiais também foram feridos.

Em 2023, o Instituto Fogo Cruzado reportou que 51 agentes de segurança foram baleados na região do Grande Rio, resultando em 22 mortes e 29 feridos. Com a morte de Adriano, o sargento se torna o 18º PM a perder a vida neste ano.

Opinião

As perdas na Polícia Militar do Rio de Janeiro evidenciam a gravidade da violência e a necessidade urgente de medidas eficazes para proteger os agentes de segurança.