No mês em que se celebra o Dia Internacional da Biodiversidade, a Arauco encontrou uma maneira inovadora de proteger a fauna nas proximidades da sua mega-fábrica. Utilizando drones equipados com sensores termais, a empresa conseguiu identificar novos grupos de animais em áreas que métodos tradicionais não conseguiam alcançar, como as copas das árvores.
Antes da utilização dessa tecnologia, apenas um grupo de bugios-pretos e indícios de até outros dois haviam sido confirmados. Com a nova abordagem, a Arauco localizou pelo menos sete grupos da espécie, além de um grupo de macaco-prego-do-papo-amarelo.
Conservação da Biodiversidade
A identificação desses primatas é crucial, pois o bugio-preto foi classificado como vulnerável à extinção no Brasil, enquanto o macaco-prego-do-papo-amarelo também está listado como vulnerável e faz parte do Plano de Ação Nacional para a Conservação de Espécies (PAN CERPAM – ICMBio).
O biólogo da Arauco, Gonzalo Flores, destacou a importância da tecnologia: “O emprego dos drones termais tem se mostrado de alta relevância, pois, além de oferecer maior agilidade e precisão, amplia a área monitorada e permite acessar regiões de difícil alcance.”
Projeto Sucuriú
O Projeto Sucuriú representa a entrada da divisão de celulose da Arauco no Brasil, com um investimento de US$4.6 bilhões. A planta será construída em uma área de 3.500 hectares, localizada a 50 quilômetros do centro da cidade de Inocência (MS) e ao lado do Rio Sucuriú.
Opinião
A utilização de tecnologia avançada como drones para a conservação da fauna é um passo significativo para a preservação ambiental e demonstra o compromisso da Arauco com a biodiversidade.





