O presidente nacional do PT, Edinho Silva, anunciou que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) desistiu de ser o candidato da esquerda ao governo de Minas Gerais. A declaração foi feita em 19 de maio de 2026, durante uma entrevista ao podcast Warren Política.
Com a saída de Pacheco, o cenário político se altera, permitindo que o ex-prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, possa se lançar como candidato, possivelmente com o apoio do presidente Lula. Edinho Silva afirmou: “Em Minas, nós estávamos trabalhando com a candidatura do Rodrigo Pacheco. Infelizmente ele optou por não ser candidato. Reabrimos o diálogo em Minas, estamos conversando com várias lideranças em Minas e tenho certeza que vamos construir uma candidatura e um palanque forte para o presidente em Minas”.
Novos Candidatos e Alianças
A desistência de Pacheco abre espaço para outros nomes da esquerda, como a professora Maria da Consolação (PSOL), o ativista Rafael Duda (PSTU) e o professor Túlio Lopes (PCB). O PDT se posiciona como o maior beneficiado pela ausência de Pacheco, com Carlos Lupi, presidente do partido, comentando que Kalil era visto como um “estepe” por aliados de Lula, o que gerava desconforto.
No lado oposto, o PL se prepara para apoiar a candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao Palácio da Liberdade, enquanto busca um segundo nome para a corrida ao Senado, apostando no deputado federal Domingos Sávio (PL-MG).
Importância de Minas Gerais
Minas Gerais é considerado o segundo maior colégio eleitoral do Brasil, e sua importância se reflete no fato de que o candidato mais votado no estado geralmente é o vencedor das eleições presidenciais. Esse fator torna a disputa ainda mais acirrada e estratégica para todos os partidos envolvidos.
Opinião
A desistência de Pacheco pode remodelar o cenário político em Minas, influenciando as alianças e estratégias para as eleições de 2026.





