A Unilever fez uma denúncia contra a Ypê em 2025, alegando contaminação microbiológica em produtos da marca. A situação levou à suspensão da produção e venda de detergentes e lava-roupas da Química Amparo em maio de 2026, após investigações da Anvisa.
Denúncia e Investigação
As denúncias foram apresentadas pela Unilever entre outubro de 2025 e março de 2026, apontando a presença da bactéria Pseudomonas aeruginosa em produtos da Ypê. A Anvisa confirmou o recebimento das acusações e iniciou uma investigação, realizando inspeções na fábrica da Ypê em Amparo, interior de São Paulo.
Resultados dos Testes
Documentos revelaram que testes realizados pela Unilever identificaram a bactéria, que pode causar infecções e é resistente a antibióticos. A Unilever alegou que a situação representa um “risco iminente à saúde e segurança dos consumidores” e indicou falhas nas práticas de fabricação da Ypê.
Reação da Ypê
A Química Amparo contestou as acusações, afirmando que não há norma da Anvisa que proíba a presença da bactéria em produtos saneantes. A empresa declarou que os testes realizados pela Unilever não têm isenção e que a bactéria é comum no meio ambiente, não representando necessariamente um risco ao consumidor.
Contaminação e Suspensão
Após a investigação, a Anvisa determinou a interrupção da fabricação e comercialização de produtos Ypê. Em março de 2026, foram encontrados dois lotes contaminados, o que levou à decisão de suspensão. A Unilever afirmou que a Ypê teria iniciado um “recolhimento silencioso” de produtos antes da ação oficial dos órgãos competentes.
Opinião
A situação entre Unilever e Ypê destaca a importância da transparência e rigor nos processos de fabricação, essencial para a segurança do consumidor.





