O cenário político da direita brasileira está em ebulição com as eleições gerais em 2026 se aproximando. Em uma recente entrevista ao programa Café com a Gazeta, o senador licenciado Jorge Seif (PL-SC) destacou a importância do chamado “voto útil” para evitar a fragmentação de votos.
Seif enfatizou que a candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República está em ascensão, mas alertou sobre a necessidade de atenção à “força política e ao uso da máquina pública” pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo ele, os programas sociais do governo praticamente dobraram de 2023 para cá, o que ele considera uma “compra de votos com dinheiro público”.
Fragmentação de votos e riscos políticos
A fragmentação de votos para o Senado também é um tema de preocupação entre os parlamentares. O deputado federal Mauricio Marcon (PL-RS) criticou essa situação, chamando-a de “burrice”. Ele destacou a necessidade de haver apenas dois candidatos por estado para evitar a divisão do voto, alertando que a presença de mais candidatos pode resultar na não eleição de nenhum deles.
Por sua vez, o deputado Osmar Terra (PL-RS) reconheceu que as diferenças são naturais na política, especialmente em períodos pré-eleitorais, mas enfatizou a importância de a direita “olhar mais para dentro” e tomar decisões que promovam a união.
Opinião
A fragmentação de votos é um desafio que pode comprometer as chances da direita nas eleições de 2026. A união e o foco em candidaturas viáveis são essenciais para fortalecer a posição política do grupo.





