O último dia para regularizar o título eleitoral foi 6 de maio, encerrando um prazo crucial para eleitores que desejam participar das eleições. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou que o prazo para regularização está fechado de 7 de maio até 2 de novembro, gerando preocupação entre aqueles que não conseguiram se regularizar.
Milhares de eleitores enfrentaram longas filas nos cartórios eleitorais, especialmente em Campo Grande, onde muitos que chegaram até as 18h não foram atendidos e receberam agendamentos para regularização entre 11 e 15 de maio. O TSE divulgará o número de faltosos em 20 de julho, o que pode impactar diretamente na participação nas eleições gerais marcadas para 4 e 25 de outubro de 2026.
Consequências da falta de regularização
Aqueles que não regularizaram seu título até o prazo estipulado não poderão votar e podem enfrentar diversas punições, como a impossibilidade de tirar documentos, inscrever-se em concursos públicos ou obter certidões necessárias para a vida civil. O voto é obrigatório para alfabetizados entre 18 e 70 anos, e a falta de justificativa pode trazer sérias consequências.
Alternativas para quem perdeu o prazo
Para quem perdeu o prazo, a regularização do título estará disponível a partir de 3 de novembro, após as eleições. Mesmo com o título cancelado, é possível requerer a certidão circunstanciada, que assegura direitos essenciais, como a obtenção de passaporte e a participação em concursos públicos.
Votação sem título eleitoral
Eleitores que perderam ou não têm o título de eleitor podem votar apresentando um documento oficial com foto e sabendo seu local de votação. O e-título também é uma opção viável, disponível em plataformas iOS e Android, permitindo que o eleitor vote mesmo sem o documento físico.
Opinião
A regularização do título eleitoral é um passo fundamental para garantir a participação cidadã nas eleições, e a responsabilidade de manter a documentação em dia é de cada eleitor.





