A morte de Oscar Schmidt nesta sexta-feira, 17 de novembro de 2023, aos 68 anos, trouxe à tona relatos emocionantes de seu irmão, Tadeu Schmidt. O ex-jogador, que lutava contra um tumor no cérebro há 15 anos, foi uma referência não apenas no basquete, mas também na vida de Tadeu, que, antes de se tornar apresentador, sonhava em ser atleta.
Tadeu sempre considerou Oscar seu ídolo e, em uma participação no programa Altas Horas em 2016, revelou que a comparação constante com o irmão o afastou do basquete: “Eu ia ser sempre o irmão do Oscar”. Essa pressão o levou a optar pelo vôlei, embora ele tenha enfrentado dificuldades em sua nova trajetória.
Após ser cortado da seleção infanto-juvenil de vôlei, Tadeu pensou em desistir do esporte, mesmo com o apoio de Oscar. Anos depois, ele reconheceu que essa decisão foi precoce e abriu caminho para sua carreira no jornalismo. Tadeu também refletiu sobre a importância de construir sua própria identidade, destacando: “Eu precisava muito ser eu mesmo”.
Homenagem e Luto
Em uma emocionante homenagem nas redes sociais, Tadeu expressou sua admiração pelo irmão: “Meu maior ídolo! Minha maior referência! Maior exemplo de dedicação e amor à profissão!”. A morte de Oscar provocou uma onda de luto no Brasil, levando o governo federal a decretar luto de três dias. O decreto foi assinado pelo vice-presidente Geraldo Alckmin e publicado no Diário Oficial da União.
Oscar, conhecido como o Mão Santa, é lembrado como uma lenda do basquete, tendo disputado cinco Olimpíadas e se tornado o maior pontuador da história dos Jogos. O presidente Lula também prestou homenagem ao ídolo, destacando sua contribuição ao esporte brasileiro e sua capacidade de unir o país em torno das quadras.
Opinião
A morte de Oscar Schmidt é uma grande perda para o esporte brasileiro, mas seu legado e influência continuarão a inspirar gerações.





