O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) elegeu, na noite de 14 de abril de 2026, o ministro Nunes Marques para o cargo de presidente da Corte pelos próximos dois anos. O ministro André Mendonça será o vice-presidente do TSE, liderando a Justiça Eleitoral durante as eleições gerais de 2026.
A posse ainda não tem data definida. Nunes Marques expressou sua gratidão ao ser eleito, afirmando que “é uma das maiores honras da minha vida poder ser eleito para presidir o TSE”. Ele substitui a ministra Cármen Lúcia, que anunciou a antecipação da eleição e do processo de transição no Tribunal.
Composição do TSE
O TSE é composto por sete ministros, sendo três do Supremo Tribunal Federal (STF), dois do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e dois juristas indicados pelo presidente da República. Os ministros atuam no TSE de forma temporária, com mandatos de dois anos, que podem ser renovados por mais dois.
Com a saída de Cármen Lúcia, a nova composição da Corte eleitoral será: Nunes Marques, André Mendonça e Dias Toffoli do STF; Antonio Carlos Ferreira e Ricardo Villas Bôas Cueva do STJ; e os juristas Floriano de Azevedo Marques e Estela Aranha.
Expectativas para as eleições
André Mendonça, ao assumir como vice-presidente, agradeceu aos colegas pelo “voto de confiança” e se comprometeu a auxiliar Nunes Marques para que a gestão seja exitosa e as eleições ocorram de forma harmoniosa. Cármen Lúcia também expressou confiança na nova liderança do TSE, afirmando que a Justiça Eleitoral está “seguindo a melhor trilha para a garantia da democracia brasileira”.
Opinião
A nova liderança do TSE traz expectativas de uma condução firme e justa nas próximas eleições, essencial para a saúde da democracia no Brasil.





