O deputado federal Marcos Pollon (PL) não esteve presente no megaevento do Partido Liberal, realizado na tarde de 30 de outubro na sede do PL em Campo Grande, MS. O ato de filiação contou com a presença de lideranças políticas, incluindo o ex-governador e presidente do partido em MS, Reinaldo Azambuja, que concorrerá ao Senado nas eleições deste ano.
Pollon, que também é pré-candidato ao Senado e conta com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, optou por participar do CPAC (Conferência de Ação Política Conservadora) em Dallas, Texas, um dos maiores encontros do conservadorismo no mundo. Essa escolha pode ter relação com a disputa interna entre ele e Azambuja por uma das duas vagas do PL no Senado.
Durante o evento em Campo Grande, cinco novos membros foram filiados ao PL: Mara Caseiro, Zé Teixeira, Paulo Corrêa, Márcio Fernandes e Lucas de Lima. A ausência de Pollon, que foi vista como significativa, levanta questões sobre a relação entre os pré-candidatos e o futuro do partido.
Além disso, a confirmação da pré-candidatura de Pollon ao Senado ocorreu em meio a polêmicas, incluindo uma alegação de que ele teria pedido R$ 15 milhões para não ser candidato. Pollon negou essa informação, reagindo com ironia ao afirmar: “Não consigo parar de rir. Desde que eu fiquei sabendo disso eu achei tão absurdo que não consigo nem responder. O conteúdo é totalmente irreal”.
Opinião
A ausência de Marcos Pollon no evento do PL pode indicar tensões internas que podem impactar a corrida pelo Senado, especialmente com o apoio de Jair Bolsonaro ao seu lado.





