Política

Bolsonaro enfrenta piora renal e broncopneumonia em UTI com vigilância 24h

Bolsonaro enfrenta piora renal e broncopneumonia em UTI com vigilância 24h

O ex-presidente Jair Bolsonaro teve uma piora da função renal e um aumento nos indicadores inflamatórios, conforme o último boletim médico do Hospital DF Star, em Brasília. Ele permanece internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) desde o dia 13 de outubro, sem previsão de alta.

O diagnóstico atual de Bolsonaro é de broncopneumonia bacteriana bilateral de provável origem aspirativa. O ex-presidente foi socorrido por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) após apresentar sintomas como febre alta, queda da saturação de oxigênio, sudorese e calafrios.

Apesar do agravamento da função renal, o boletim médico assinado por especialistas, incluindo o cirurgião-geral Cláudio Birolini, informa que Bolsonaro está clinicamente estável e continua o tratamento com antibióticos e hidratação endovenosa. Ele também realiza exercícios de fisioterapia respiratória e motora, além de receber medidas de prevenção de trombose venosa.

Decisão do STF

Em decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Alexandre de Moraes autorizou a presença da esposa de Bolsonaro, Michelle Bolsonaro, e de seus filhos Jair Renan, Flávio, Carlos, Laura, e a enteada Letícia, para visitá-lo durante a internação. A vigilância do ex-presidente será feita pelo Núcleo do Custódia do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, com policiais de prontidão 24 horas, incluindo dois na porta do quarto.

Além disso, Moraes proibiu a entrada de equipamentos eletrônicos, exceto os médicos, na unidade hospitalar onde Bolsonaro está internado, visando garantir a segurança e a ordem durante sua permanência.

Opinião

A situação de Jair Bolsonaro levanta preocupações sobre sua saúde e a segurança necessária em sua internação, refletindo o impacto de sua detenção nas questões políticas do país.