Galvão Bueno está de casa nova. Após décadas na Globo, o narrador ficou um ano na Band e agora inicia sua trajetória no SBT. O experiente locutor de 75 anos terá um programa semanal, o Galvão F.C., que será exibido todas as segundas-feiras, às 22h30.
Empolgado por trabalhar na emissora do “maior comunicador que o Brasil já teve”, Silvio Santos, Galvão projeta a transmissão da Copa do Mundo de 2026 no SBT, edição que, segundo ele, será sua última. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, Galvão comentou sobre diversos temas, incluindo a relação entre política e futebol e a presença de Neymar na Seleção.
Crítica à Copa do Mundo
Sobre a Copa do Mundo com 48 seleções, Galvão expressou sua insatisfação: “Se tornou business em excesso. Se misturar futebol com política não é correto. Uma Copa do Mundo com seleções muito fracas não agrega ao espetáculo”. Ele também mencionou as aproximações políticas no futebol, citando o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e o ex-presidente dos EUA, Donald Trump.
Futuro da Seleção Brasileira
Em sua conversa com o então presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, Galvão sugeriu Ancelotti como o novo técnico da Seleção. “Disse a ele que deveria ter um técnico engatilhado para a próxima Copa”, revelou. A escolha de um técnico estrangeiro foi discutida, e Galvão afirmou que, se o Brasil vencer em 2026, ele poderá sentir que teve participação na conquista.
Despedida das narrações
Desde 2010, Galvão costuma afirmar que a próxima Copa seria sua última. Ele reiterou que a Copa de 2026 será, de fato, seu último torneio. “Após a Copa de 2014, já havia um acordo com a Globo para parar as narrações, mas continuei até 2022. Agora, com o SBT, o desafio é muito bonito e vale a pena”, concluiu.
Opinião
A trajetória de Galvão Bueno no futebol brasileiro é marcada por suas emoções e críticas, refletindo a paixão do país pelo esporte.






