A COP31 ocorrerá de 9 a 20 de novembro de 2023 em Antália, Turquia, e o embaixador André Corrêa do Lago está à frente da presidência brasileira nesse importante evento. O desafio é concluir a elaboração de mapas do caminho para o fim do desmatamento global e a transição energética, priorizando a redução das emissões de gases do efeito estufa.
Desafios e Prioridades
Entre as prioridades da presidência brasileira, destacam-se a elaboração de mapas do caminho para o fim do desmatamento e a transição para longe dos combustíveis fósseis. Essas iniciativas são fundamentais para garantir uma queda significativa nas emissões de gases que causam as mudanças climáticas. A COP30, realizada em novembro de 2025, mobilizou 190 países em 120 planos de ação climática, estabelecendo um novo patamar para a ação climática global.
Chamada Global e Iniciativas
A presidência da COP30 está com uma chamada global aberta para contribuições até 31 de março, permitindo que países, observadores e partes interessadas apresentem suas propostas. Corrêa do Lago destacou que essa chamada é essencial para garantir um amplo envolvimento na construção dos mapas do caminho.
Coordenação Internacional
O embaixador também mencionou a importância da coordenação entre a presidência da COP31, que será liderada pela Turquia, e a presidência da negociação australiana. Essa colaboração é crucial para assegurar que os legados da COP30 sejam plenamente integrados à preparação da COP31.
Combustíveis Fósseis e Consenso
Apesar dos avanços, a falta de consenso sobre o tema dos combustíveis fósseis ainda é uma frustração. A Colômbia lidera uma iniciativa com 85 países para abordar essa questão, mas a entrada do tema na agenda oficial das conferências requer consenso, que ainda não foi alcançado. Corrêa do Lago enfatizou que a proposta do Brasil de criar um roadmap para a transição energética será apresentada em partes ao longo do ano, permitindo consultas e discussões com diversos países.
Perspectivas Futuras
A COP31 representa uma oportunidade para avançar na agenda climática global, mas os desafios permanecem. O embaixador destacou a necessidade de uma abordagem colaborativa e construtiva para garantir que as discussões sobre energia e clima sejam efetivas e abrangentes.
Opinião
A COP31 promete ser um momento decisivo para a ação climática global, mas o sucesso dependerá da capacidade dos países de trabalhar juntos em direção a um futuro sustentável.






