O presidente Lula deu um passo significativo ao encaminhar o acordo Mercosul-UE ao Congresso, destacando a prioridade para sua votação. Essa ação ocorre em um momento de crescente tensão econômica global, especialmente após Donald Trump anunciar um aumento na tarifa global de 10% para 15% sobre importações, como resposta a uma decisão da Suprema Corte que invalidou tarifas anteriores impostas às potências asiáticas.
Impactos da Decisão de Trump
A decisão de Trump, que foi recebida com preocupação por economias asiáticas, reflete um cenário de incertezas no comércio internacional. As tarifas, que afetavam países como China, Coreia do Sul, Japão e Taiwan, levantam questões sobre as futuras relações comerciais e a competitividade global.
Crescimento da Eli Lilly no Brasil
Enquanto isso, as vendas da Eli Lilly no Brasil cresceram mais de sete vezes, consolidando a posição da farmacêutica americana como a sexta maior no varejo farmacêutico brasileiro em 2025. O fenômeno é atribuído ao sucesso do medicamento Efeito Mounjaro.
Parcerias Estratégicas e Iniciativas
O Brasil também avança em sua colaboração internacional. Brasil e <strongÍndia firmaram um memorando que visa digitalizar certificados comerciais, reduzindo o tempo de emissão de até 48 horas para cerca de 2 horas. Além disso, a Vale e a TCS assinaram uma parceria para apoiar 500 mil pessoas na extrema pobreza, enquanto um acordo estratégico entre Vale, Adani Ports e NMDC busca desenvolver um complexo de minério de ferro na Índia, com a expectativa de ampliar a capacidade do porto de Gangavaram para 75 milhões de toneladas.
Opinião
A movimentação de Lula em relação ao acordo Mercosul-UE pode ser um divisor de águas para o Brasil em meio a um cenário global conturbado, onde as tensões comerciais se intensificam.
