A Uefa anunciou a abertura de uma investigação sobre as acusações de comportamento discriminatório contra o brasileiro Vinícius Júnior, em decorrência de insultos racistas supostamente proferidos pelo argentino Gianluca Prestianni durante a partida entre Benfica e Real Madrid na Liga dos Campeões.
A investigação foi iniciada em 18 de fevereiro de 2026, e um inspetor especializado em ética e questões disciplinares foi nomeado para apurar as denúncias. O incidente ocorreu após Vini Jr. abrir o placar para o Real Madrid, levando a uma comemoração que gerou controvérsia entre os jogadores do Benfica, resultando em um cartão amarelo para o brasileiro.
Durante a partida, que foi interrompida por quase 10 minutos, Vini Jr. correu em direção ao árbitro, alegando que Prestianni o havia chamado de “macaco”. O árbitro francês François Letexier decidiu retomar a partida sem aplicar outras punições.
O meia do Real Madrid, Aurélien Tchouaméni, comentou sobre o incidente, afirmando que “isso é inaceitável” e que Vini Jr. havia relatado o insulto. O também jogador do Real Madrid, Kylian Mbappé, expressou sua indignação, afirmando que Prestianni “não merecia” jogar na Liga dos Campeões e que comportamentos como esse não podem ser aceitos.
No Instagram, Vini Jr. se manifestou sobre a situação, afirmando que “os racistas são, acima de tudo, covardes. Precisam colocar a camisa na boca para demonstrar como são fracos”.
Opinião
É fundamental que a Uefa tome medidas rigorosas para combater o racismo no futebol, garantindo um ambiente seguro e respeitoso para todos os jogadores.
