O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi escolhido por Jair Bolsonaro como o candidato à Presidência nas eleições de 2026. A escolha foi recebida com otimismo pela direita, especialmente após a divulgação de uma pesquisa do Instituto AtlasIntel, que mostrou um aumento nas intenções de voto para Flávio, embora Lula (PT) ainda permaneça na liderança.
Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia durante o governo Bolsonaro, destacou que “Flávio Bolsonaro é o nome que disputará a Presidência da República”. Ele expressou confiança na candidatura, afirmando que, com fé e unidade, o grupo pretende eleger Flávio e “pôr fim a esse pesadelo que assola nosso país”.
O ex-secretário de Cultura, Mário Frias, também comentou sobre a escolha, afirmando que as pesquisas indicam que Flávio não enfrenta rejeição popular e que seu crescimento é resultado de sua atuação política equilibrada e séria.
Atualmente, Flávio Bolsonaro está em Israel em uma missão oficial do Senado, marcando sua primeira viagem internacional no ano eleitoral. A presença do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), como candidato à reeleição, tem gerado críticas, especialmente após a vereadora Janaína Paschoal (PP-SP) criticar Flávio por descartar Tarcísio como uma opção viável para a Presidência.
Opinião
A escolha de Flávio Bolsonaro como candidato reflete uma estratégia clara da direita, mas também levanta questões sobre a unidade do partido e a aceitação de outros nomes no cenário político.





