O superastro do golfe Tiger Woods foi preso e indiciado por dirigir sob efeito de substâncias após um acidente de trânsito na Flórida na última sexta-feira, 27 de outubro. Segundo as autoridades, Woods não sofreu ferimentos, mas seu veículo colidiu com um reboque e capotou, tombando sobre o lado do motorista.
O xerife do Condado de Martin, John Budensiek, declarou que o golfista de 50 anos estava com as “faculdades comprometidas” no momento do acidente, embora tenha passado no teste do bafômetro. Quando solicitado a fazer um exame de urina, Woods se recusou, resultando em sua prisão por dirigir sob efeito de substâncias e causar danos materiais.
Acidente e Consequências
De acordo com o relato policial, Tiger Woods estava ultrapassando o reboque em alta velocidade quando colidiu lateralmente e capotou. Para sair do carro, ele teve que usar a porta do passageiro. Peritos da polícia o avaliaram no local e determinaram que ele “não estava alcoolizado, mas sob influência de algum tipo de medicamento ou droga”.
Após ser preso, Woods permaneceu sob custódia por um mínimo de oito horas, conforme a lei da Flórida, e foi liberado posteriormente. Este não é o primeiro incidente de Woods; em 2021, ele sofreu um grave acidente de carro na Califórnia, que resultou em lesões permanentes na perna direita.
Retorno ao Golfe e Comentários de Trump
O vencedor de 15 torneios de Grand Slam retornou ao circuito no Masters de Augusta em 2022, onde enfrentou dificuldades para caminhar. Nas últimas semanas, ele havia trabalhado para retornar às competições após uma ruptura do tendão de Aquiles e uma cirurgia nas costas. Recentemente, Woods participou das finais da TGL, uma competição de golfe virtual indoor, e não descartou sua participação no próximo Masters em abril.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, comentou sobre o acidente, expressando preocupação: “Lamento muito, ele está passando por algumas dificuldades. Ele é um amigo muito próximo meu, uma pessoa incrível, mas, hã… algumas dificuldades”.
Opinião
A situação de Tiger Woods levanta questões sobre a segurança no trânsito e a responsabilidade de figuras públicas em momentos de crise.





