A polêmica envolvendo o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), ganhou destaque após ele curtir um comentário de sua esposa, Cristiane Freitas, que afirmou que o Brasil precisa de um “novo CEO”. A declaração foi vista por muitos como um apoio implícito à candidatura de Tarcísio ao Planalto, provocando reações entre aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Reações ao ‘novo CEO’
No vídeo que acompanhou o comentário de Cristiane, Tarcísio criticou o governo Lula (PT) e comparou a chegada de um novo presidente a um “novo CEO” que deve implementar reformas econômicas. “O Brasil não aguenta mais 4 anos de PT”, disse ele, enfatizando a necessidade de uma agenda econômica rigorosa.
O jornalista Allan dos Santos observou que a manifestação da primeira-dama poderia indicar um plano de Tarcísio para a presidência, afirmando que a curtidinha de Tarcísio no comentário era uma confirmação silenciosa desse desejo. A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro também curtiu o mesmo comentário, aumentando a repercussão do caso.
Críticas internas e apoio a Flávio Bolsonaro
Aliados de Bolsonaro, como Carlos Bolsonaro, criticaram os “isentões” que se afastaram do ex-presidente, insinuando que a lealdade de Tarcísio poderia estar em dúvida. Carlos se referiu a eles como aqueles que foram eleitos graças ao sacrifício de Jair Bolsonaro, mas que agora demonstram uma falta de apoio.
Enquanto isso, Tarcísio reafirmou sua lealdade a Bolsonaro em dezembro de 2025, declarando que ajudará a candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto “no que for preciso”. Flávio, por sua vez, minimizou as críticas e expressou confiança na lealdade de Tarcísio, afirmando que o apoio do governador virá no momento certo.
Visão sobre a economia
Durante seu discurso, Tarcísio argumentou que um novo presidente poderia trazer mudanças significativas, como a diminuição do tamanho do estado e a volta das privatizações, o que, segundo ele, poderia resultar em uma explosão de recursos e investimentos no Brasil. Ele enfatizou que a inflação e a taxa de juros poderiam cair com essas mudanças.
Opinião
A situação demonstra como as movimentações políticas já começam a se intensificar para as eleições de 2026, revelando as tensões internas e as expectativas de apoio entre os aliados de Bolsonaro.





