A Seleção do Senegal alcançou um feito histórico ao vencer a partida final contra Marrocos por 1 a 0, no último domingo, em Rabat, capital marroquina. Com essa vitória, Senegal se consagrou bicampeã da Copa Africana de Nações.
O jogo, que ocorreu no dia 18 de dezembro, foi marcado por uma grande confusão. No segundo tempo, com o placar ainda em 0 a 0, o árbitro assinalou um pênalti polêmico para a equipe marroquina, após revisão do VAR. A decisão gerou revolta entre os jogadores senegaleses, que deixaram o campo em protesto.
Após alguns minutos, os atletas do Senegal decidiram retornar ao jogo. O atacante marroquino Brahim Díaz, ao cobrar a penalidade, acabou errando a finalização, permitindo que o goleiro senegalês defendesse. O confronto se arrastou para a prorrogação, onde Pape Gueye marcou o gol da vitória logo no início do tempo extra.
Repercussão e Críticas
Apesar da conquista, a vitória de Senegal não foi isenta de controvérsias. Gianni Infantino, presidente da FIFA, fez uma postagem em suas redes sociais parabenizando a seleção campeã, mas também condenou a atitude dos jogadores senegaleses ao deixarem o campo. Infantino destacou que “cenas inaceitáveis” ocorreram durante o jogo e que a violência não pode ser tolerada no esporte.
A FIFA já anunciou que jogadores e membros da comissão técnica do Senegal podem enfrentar punições, que incluem multas e a possibilidade de não participarem da Copa do Mundo deste ano, segundo informações do jornal espanhol As.
Opinião
A vitória de Senegal é um marco, mas a polêmica em torno do protesto levanta questões sobre a conduta dentro do esporte e a necessidade de medidas mais firmes contra a violência e a desordem nos campos.





