Romeu Zema, governador de Minas Gerais, renunciou ao cargo no dia 22 de março de 2026 para concorrer à Presidência da República. Em uma cerimônia realizada na Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG), o vice-governador Mateus Simões, do PSD, foi empossado como o novo governador do estado.
Compromissos de Simões
No seu discurso de posse, Simões, que tem 43 anos e foi secretário-geral no primeiro mandato de Zema, elogiou a gestão anterior e se comprometeu a visitar todas as regiões de Minas Gerais, transferindo provisoriamente a sede administrativa para cada uma delas. O novo governador também destacou seu conhecimento sobre os prefeitos dos 853 municípios mineiros e suas famílias.
O PSD e a nova administração
Com a ascensão de Simões, o PSD passa a governar sete estados, incluindo Minas Gerais. Além de Minas, o partido já comanda Goiás, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Rondônia e Espírito Santo. A cerimônia contou com a presença do presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
Próximos passos e sucessão
Tadeu Leite, presidente da ALMG, é o próximo na linha sucessória e assumirá o Executivo na ausência de Simões. O novo governador, que foi eleito para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais (TCE-MG), se comprometeu a permanecer no governo até o final do ano.
Perspectivas eleitorais
Romeu Zema é um dos primeiros a se declarar pré-candidato ao Planalto, mantendo sua candidatura mesmo após a indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro para o senador Flávio Bolsonaro como seu sucessor. Zema se comprometeu a apoiar Flávio em um possível segundo turno contra o presidente Lula.
Opinião
A renúncia de Zema e a posse de Simões marcam um novo capítulo na política mineira, refletindo a dinâmica das eleições de 2026 e os desafios que ambos enfrentarão em suas novas trajetórias.





