Políticos de Mato Grosso do Sul que contribuíram para tentar “blindar” os envolvidos no roubo do dinheiro dos aposentados do INSS serão “julgados” nas urnas, em outubro deste ano. As redes sociais têm sido um canal para divulgar o perfil dos “simpatizantes” desses marginais que surrupiaram bilhões de reais dos idosos.
Entre os nomes citados estão Gerson Claro, Kátia Claro, Ana Arminda dos Santos e Coronel David. Os defensores desse grande roubo histórico parecem ter um interesse maior: se dar bem politicamente, mesmo que às custas de dinheiro roubado.
Marcos Trad e Suas Ambições
O vereador Marcos Trad, que é irmão de Fábio Trad, pré-candidato ao governo do Estado, pode disputar uma das 24 cadeiras na Assembleia de MS. A decisão de Marcos de não brigar por uma das oito vagas na Câmara dos Deputados pode ser uma estratégia para garantir sua presença no legislativo estadual.
Tereza Cristina e o PP
A senadora Tereza Cristina anunciou que o PP não lançará candidato ao Senado, afirmando que “política é muito hoje e, então, hoje é não” sobre a disputa. Ela mencionou que o partido possui ótimos candidatos, mas isso só acontecerá se for necessário.
Marcos Pollon e as Controvérsias
O ex-presidente Bolsonaro indicou Marcos Pollon como seu candidato ao Senado, gerando estranheza entre muitos na direita, uma vez que Pollon foi destituído da presidência estadual do PL e tentou se opor à cúpula do partido. Sua candidatura a prefeito da Capital também foi marcada por polêmicas.
Capitão Contar e Suas Decisões
Nos bastidores políticos, o Capitão Contar se recolheu após negociações em Brasília para ser candidato ao Senado. Caso Pollon seja realmente o “ungido” de Bolsonaro, ele poderá optar por permanecer no PL e ser candidato a deputado federal ou mudar de partido.
Opinião
Os desdobramentos políticos em Mato Grosso do Sul refletem a tensão entre interesses pessoais e a necessidade de justiça, especialmente em um contexto eleitoral tão crucial.






