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Polícia Militar investiga morte de médica Andréa Marins Dias após abordagem em Rio

Polícia Militar investiga morte de médica Andréa Marins Dias após abordagem em Rio

A Polícia Militar do Rio de Janeiro confirmou que as câmeras corporais dos policiais envolvidos na morte da médica Andréa Marins Dias, de 61 anos, estavam descarregadas durante a abordagem que resultou em sua morte, ocorrida no dia 15 de março de 2026, em Cascadura, zona norte do Rio de Janeiro.

Andréa, que era cirurgiã oncológica e especializada em tratamento de endometriose, foi confundida com um veículo utilizado por criminosos que realizavam roubos na região. Ela foi atingida por tiros de fuzil enquanto retornava da casa de seus pais na noite do incidente.

O corpo da médica foi enterrado no Cemitério da Penitência, localizado no Caju, zona portuária do Rio, em uma cerimônia marcada pela comoção de familiares e amigos. A apuração do caso está sob a responsabilidade da Secretaria da Polícia Militar, que afirmou que todos os fatos estão sendo investigados pela área correcional da corporação.

Os policiais envolvidos na abordagem foram afastados dos serviços nas ruas enquanto a investigação prossegue. A PM ressaltou que existem normas rigorosas que determinam que os policiais devem retornar à unidade de origem para substituir as câmeras em caso de falha ou mau funcionamento.

Opinião

A morte de Andréa Marins Dias levanta questões sérias sobre a atuação da polícia e a necessidade de melhorias na segurança pública, além da responsabilidade na utilização de equipamentos essenciais durante operações.