A certidão de óbito de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, omite a causa de sua morte, especificando apenas “aguardando exames”. Mourão faleceu oficialmente em 6 de março de 2026, aos 43 anos, e era conhecido por executar ordens de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, conforme informações da Polícia Federal.
O documento foi obtido por portais de notícias como Poder 360 e Metrópoles. A certidão foi emitida na quinta-feira, 9 de abril de 2026. No dia 4 de março, Mourão foi levado às pressas ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, após atentar contra a própria vida na Superintendência da PF em Minas Gerais.
A morte encefálica de Sicário foi informada informalmente por fontes próximas às investigações, mas as confirmações oficiais só ocorreram dois dias depois. A Polícia Federal anunciou a abertura de uma investigação para apurar como ele conseguiu atentar contra a própria vida enquanto estava sob custódia.
O diretor-geral da PF afirmou que toda a ação da corporação na tentativa de reanimar o custodiado foi filmada “sem pontos cegos”. De acordo com a legislação brasileira, a constatação de morte encefálica é uma prerrogativa exclusiva de médicos intensivistas ou neurologistas, que devem seguir procedimentos rigorosos para a declaração.
Opinião
A morte de Sicário e a ausência de uma causa clara levantam questões importantes sobre a segurança e os procedimentos da Polícia Federal em casos de custódia, exigindo transparência nas investigações.





