Um ato de vandalismo chocou a Ilha da Madeira, em Portugal, ao atingir a famosa estátua de Cristiano Ronaldo, localizada em frente ao Museu CR7, na cidade de Funchal. O incidente ocorreu no dia 20 de janeiro de 2026 e foi registrado em vídeo pelo autor, que publicou as imagens em seu perfil no Instagram.
Nas gravações, o suspeito despeja um líquido inflamável sobre a escultura em tamanho real e, em seguida, inicia o fogo com um isqueiro. O vídeo, que rapidamente se espalhou nas redes sociais, mostra o homem dançando e fazendo gestos obscenos para a câmera e para a estátua enquanto as chamas consomem a superfície da obra por alguns segundos. Apesar da ação, a estrutura da estátua não sofreu danos aparentes.
O autor da ação, identificado como morador local e autodenominado “freestyler”, fez uma postagem com a frase: “Este é o último aviso de Deus”, mas não explicou o significado da ameaça. O vídeo gerou indignação entre os usuários das redes sociais, que se manifestaram contra o ato de vandalismo.
Resposta das autoridades
As autoridades portuguesas trataram o caso como crime. O Comando Regional da Madeira da Polícia de Segurança Pública (PSP) informou que, com o auxílio de denúncias da população, conseguiram identificar e deter o suspeito rapidamente. A detenção foi realizada de forma a respeitar a integridade física do indivíduo, que foi encaminhado para receber ajuda médica.
“Em articulação com a Autoridade de Saúde, foi expedido um mandado de encaminhamento para a emergência psiquiátrica, que foi prontamente cumprido”, comunicou a PSP. A imprensa local revelou que o homem já era conhecido na região por envolvimento em episódios semelhantes.
O Museu CR7
Inaugurado em 2013 e financiado pelo próprio jogador, o Museu CR7 é um espaço que abriga troféus, camisas históricas e prêmios conquistados ao longo da carreira do atacante português. A estátua situada na entrada do museu é um ponto turístico popular, atraindo visitantes que buscam registrar momentos ao lado da obra.
Opinião
O vandalismo contra a estátua de Cristiano Ronaldo levanta questões sobre a proteção de patrimônios culturais e a saúde mental dos indivíduos envolvidos em atos de violência.
