Geral

OpenAI libera Biblioteca do ChatGPT, mas exclui Europa e Reino Unido da novidade

OpenAI libera Biblioteca do ChatGPT, mas exclui Europa e Reino Unido da novidade

A OpenAI começou a liberar a nova funcionalidade chamada Biblioteca no ChatGPT, que permite aos usuários armazenar arquivos diretamente na plataforma. Essa novidade está disponível globalmente para assinantes dos planos Plus, Pro e Business na versão web, com exceção de usuários na Europa, Suíça e Reino Unido.

Como funciona a Biblioteca do ChatGPT

Com a nova funcionalidade, sempre que um arquivo, como PDFs, apresentações ou planilhas, é enviado durante uma conversa, ele é salvo automaticamente na Biblioteca e fica acessível na barra lateral. Os usuários podem reutilizar esse conteúdo sem a necessidade de fazer o upload novamente, utilizando uma barra de pesquisa para filtrar os arquivos por tipo ou status. Todos os documentos podem ser baixados pelo usuário.

Os arquivos armazenados podem ter até 512 MB e as imagens até 20 MB. Os documentos de texto, por sua vez, têm um limite de até 2 milhões de tokens por item, enquanto planilhas e arquivos CSV podem chegar a 50 MB, dependendo da quantidade de dados.

Regras de armazenamento e exclusão

Mesmo que o chat seja apagado, os documentos permanecem disponíveis na Biblioteca e precisam ser excluídos manualmente. A OpenAI se compromete a remover os dados dos sistemas em até 30 dias após a exclusão manual, a menos que o chat já tenha sido anonimizado ou que a retenção seja exigida por obrigações legais e de segurança. É importante notar que arquivos enviados em conversas temporárias ou no ChatGPT Health não são salvos na Biblioteca.

A função chamada Memória, quando ativada, pode utilizar esses arquivos para ajudar o sistema a lembrar de informações úteis entre conversas. Os conteúdos também podem ser utilizados para melhorar os modelos de IA, embora essa opção possa ser desativada nas configurações de controle de dados.

Opinião

A nova funcionalidade da OpenAI no ChatGPT representa um avanço significativo, mas a exclusão de regiões como a Europa e o Reino Unido levanta questões sobre a acessibilidade e a uniformidade de serviços globais.