Na última quarta-feira, 18 de março de 2026, Leandro Silva Sousa, de 30 anos, foi morto durante uma ação do Bope no Morro dos Prazeres, no Rio de Janeiro. Leandro, que não tinha antecedentes criminais e trabalhava como ajudante em uma padaria, foi atingido por um tiro de fuzil na nuca enquanto dormia com a esposa.
Na quinta-feira, 19 de março de 2026, promotores de Justiça e peritos do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) realizaram uma perícia na casa de Leandro. O local foi isolado e os técnicos realizaram varreduras com scanner, além de registros fotográficos detalhados. Durante a investigação, foram encontrados orifícios de entrada e saída de projéteis, pertences do casal, vestígios de sangue, estojos e segmentos corporais. Todo o material coletado será utilizado na elaboração de um laudo técnico.
O MPRJ também solicitou as imagens das câmeras corporais dos policiais militares que participaram da operação no Morro dos Prazeres. A ação, que resultou na morte de Leandro e de mais sete pessoas, foi descrita pela polícia como uma operação contra criminosos. Segundo as autoridades, todas as outras vítimas eram envolvidas em atividades ilícitas.
Na mesma data, promotores de Justiça e técnicos periciais acompanharam a necropsia dos corpos no Instituto Médico Legal (IML) Afrânio Peixoto. A investigação continua e a sociedade aguarda respostas sobre a trágica morte de Leandro Sousa.
Opinião
A morte de Leandro Sousa levanta questões sobre a eficácia e a segurança das operações policiais em comunidades, exigindo uma reflexão profunda sobre a atuação do Bope.





