Partidos nanicos, que não sobreviveriam sozinhos às exigências da cláusula de barreira, continuam a receber R$14,4 milhões por mês do Fundo Partidário. Estes partidos, como Avante, Cidadania, PCdoB, PRD, PV, Solidariedade e Rede, apelaram para as federações partidárias em 2022 para garantir acesso à propaganda gratuita e aos bilhões do fundo da Justiça Eleitoral.
O Cidadania, em federação com o PSDB, recebe R$1,8 milhão por mês, enquanto o PCdoB, com nove deputados, também embolsa R$1,8 milhão mensalmente. O Avante, com apenas oito deputados, obtém R$2,52 milhões por mês, mesmo sem fechar federação para 2026.
Tentativa de achaque em Miami
Uma grave situação envolvendo um importante ministro do governo Lula ocorreu em Miami, onde ele teria tentado achacar um empresário brasileiro. De acordo com relatos, o ministro fez uma abordagem ao empresário, acompanhado de um advogado ligado a grandes corporações e próximo ao Planalto. A reunião, que poderia configurar crime de autoridade estrangeira, levou os advogados do empresário a aconselhá-lo a denunciar o caso ao Departamento de Justiça dos EUA.
A revelação do caso pela revista Veja provocou um corre-corre no Planalto, onde a equipe governamental buscou entender a situação e avaliar como “cortar o mal pela raiz” antes que o escândalo se ampliasse, especialmente em um ano eleitoral.
Reprovação de Lula e novas regras eleitorais
No Espírito Santo, Lula enfrenta uma alta taxa de reprovação, com 56% dos entrevistados desaprovando seu governo, enquanto apenas 38% aprovam seu trabalho. Além disso, dirigentes partidários, como o presidente do Republicanos, Marcos Pereira, estimam que as novas regras eleitorais podem reduzir o número de partidos para apenas 10 a 12 neste ano.
Opinião
A situação envolvendo o ministro e a alta reprovação de Lula mostram um cenário político tenso e repleto de desafios para o governo, que precisa urgentemente recuperar a confiança da população.






