Política

Ministério da Saúde celebra 25 anos da Política Nacional de Sangue e enfrenta desafios

Ministério da Saúde celebra 25 anos da Política Nacional de Sangue e enfrenta desafios

O Ministério da Saúde celebrou, em 12 de março de 2026, em Brasília, os 25 anos da Política Nacional de Sangue, instituída pela Lei nº 10.205/2001. A solenidade destacou a trajetória do Sistema Nacional de Sangue, Componentes e Derivados (SINASAN) e os desafios para ampliar a doação voluntária e avançar na autossuficiência em hemoderivados.

Conquistas e Desafios

Durante o evento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ressaltou que a criação da política do sangue é uma conquista histórica ligada à construção do Sistema Único de Saúde (SUS). “Celebrar os 25 anos da política do sangue é lembrar a importância de um sistema público capaz de garantir segurança sanitária”, afirmou.

Padilha destacou que o Brasil enfrenta o desafio de garantir a autossuficiência na produção de hemoderivados, essencial para fortalecer o SUS e garantir segurança ao país. “Temos a maior rede pública de saúde do mundo, atendendo mais de 200 milhões de habitantes”, completou.

O Papel do SINASAN

Ao longo de sua história, a Política Nacional de Sangue organizou a hemorrede pública e estabeleceu normas de segurança transfusional. O diretor do Departamento de Atenção Especializada e Temática (DAET), Arthur Mello, destacou que o SINASAN é um exemplo de política construída de forma federativa, garantindo atendimento seguro e contínuo à população.

A coordenadora-geral de Sangue e Hemoderivados, Luciana Maria de Barros Carlos, celebrou os 25 anos do SINASAN, enfatizando a importância do modelo brasileiro baseado na doação voluntária. “É uma política essencial para o funcionamento da rede de saúde e para o cuidado de milhares de pacientes”, afirmou.

Opinião

O fortalecimento da hemorrede é crucial para garantir a saúde pública no Brasil, especialmente em um sistema que atende uma população tão vasta e diversa.