Eleições

Marcos Rocha se filia ao PSD e aumenta tensão na corrida presidencial de 2026

Marcos Rocha se filia ao PSD e aumenta tensão na corrida presidencial de 2026

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, deixou o União Brasil e se filiou ao PSD no dia 30 de janeiro de 2026. Com essa mudança, o PSD chega a ter seis governadores, consolidando sua posição como a principal força política na administração dos estados brasileiros.

Rocha, que foi reeleito em 2022 com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, se junta a Ronaldo Caiado, governador de Goiás, que também se filiou ao PSD em janeiro de 2026 e foi anunciado como pré-candidato à presidência pela sigla, liderada pelo presidente nacional Gilberto Kassab.

Decisões e Futuro Político

Com a filiação, Rocha declarou que aceita o desafio para garantir a continuidade do trabalho em Rondônia, mas negou a pré-candidatura ao Senado, um caminho que muitos governadores em fim de mandato estão considerando. “Tenho paz em não ser candidato neste momento para escolher os candidatos ao Senado e os candidatos a deputados estaduais e federais”, afirmou o governador.

Ele ainda ressaltou: “Apesar das pesquisas mostrarem que eu estou à frente, tenho tranquilidade para poder ajudar politicamente meu estado e o país. Daqui a quatro anos, a gente pode se candidatar novamente”. Marcos Rocha deixará o cargo em janeiro de 2027, após completar oito anos de mandato.

Impacto no Cenário Político

Com a chegada de Rocha e Caiado, o PSD se posiciona como uma força significativa nas eleições de 2026, desafiando outros partidos na corrida pela presidência. Além de Rocha e Caiado, a sigla conta com outros pré-candidatos, como Ratinho Junior e Eduardo Leite, governadores do Paraná e do Rio Grande do Sul, respectivamente.

Opinião

A filiação de Marcos Rocha ao PSD pode ser um movimento estratégico que fortalece a legenda e redefine o cenário político para as eleições de 2026, trazendo novas dinâmicas à disputa presidencial.