O presidente Luiz Inácio Lula da Silva discursou na X Cúpula da CELAC em Bogotá, no dia 21 de março de 2026, onde criticou as guerras promovidas por países ricos, destacando que essas ações visam impedir o crescimento das nações mais vulneráveis.
No evento, que contou com a presença de líderes de países da América Latina, Caribe e África, Lula afirmou que os conflitos atuais são uma nova forma de colonialismo, onde potências buscam se apropriar das riquezas minerais de nações como Brasil e Bolívia.
Críticas e Chamado à Ação
Lula mencionou que todos os países presentes no encontro já sofreram com o saque de suas riquezas minerais por potências colonizadoras. Ele citou a guerra no Irã, a invasão da Venezuela e as ameaças a Cuba como exemplos de como essas ações se repetem na história.
“Não é possível alguém achar que é dono dos outros países. O uso da força e do poder para nos colonizar novamente é inaceitável”, afirmou o presidente brasileiro, que também destacou a importância de se unir contra esses conflitos.
Reforma no Conselho de Segurança da ONU
Durante seu discurso, Lula pediu mudanças no Conselho de Segurança da ONU, sugerindo que os países que atualmente ocupam posições de mediação em conflitos não sejam os mesmos que os promovem. Ele enfatizou que apenas a paz pode permitir o desenvolvimento das nações mais pobres.
“O que constrói a guerra? Só mortes e destruição. Queremos voltar a ter uma relação civilizada entre as nações”, concluiu Lula, reforçando a necessidade de uma ação conjunta entre os países presentes para enfrentar essas questões.
Opinião
A postura de Lula na CELAC reflete um clamor por unidade e ação coletiva entre nações historicamente afetadas por conflitos, destacando a importância de uma nova abordagem nas relações internacionais.





