O Irã vive um momento de turbulência após o assassinato do aiatolá Ali Khamenei, ocorrido em 28 de outubro de 2023, durante uma agressão militar dos Estados Unidos e Israel. A confirmação veio da mídia oficial iraniana, que noticiou o evento na madrugada em Teerã. Em resposta, milhares de pessoas foram às ruas em diversas cidades para protestar e lamentar a morte do líder supremo, que estava no cargo há 36 anos.
Formação do Conselho Interino
No dia seguinte ao assassinato, foi anunciado que um conselho de governo interino foi formado, com a presença do aiatolá Alireza Arafi, que representará o Conselho dos Guardiões. O novo colegiado conta também com os chefes do Executivo, o presidente Masoud Pezeshkian, do Judiciário, Gholam Hossein Mohseni Ejeie, e do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf. Este conselho interino assumirá as funções de Khamenei até que um novo líder supremo seja eleito pela Assembleia dos Especialistas.
Consequências do Ataque
O ataque que resultou na morte de Khamenei também causou a morte de outras importantes lideranças iranianas, incluindo o secretário do Conselho de Defesa, Ali Shamkhani, e o comandante em chefe do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, Mohammad Pakpour. Além disso, a residência de Khamenei foi bombardeada, resultando na morte de membros de sua família, incluindo sua filha e seu neto.
Reações e Luto Nacional
O governo iraniano decretou 40 dias de luto pela morte de Khamenei. As Forças Armadas do Irã emitiram uma nota afirmando que farão com que Estados Unidos e Israel se arrependam de suas ações, prometendo continuar o legado do líder assassinado até a última gota de sangue.
Opinião
A morte de Khamenei representa uma virada significativa na política iraniana, com possíveis repercussões em todo o Oriente Médio. O futuro do país agora depende do novo líder que será escolhido pela Assembleia dos Especialistas.






