A guerra de guerrilhas do Hezbollah no sul do Líbano e a ação das milícias xiitas no Iraque têm surpreendido Israel e os EUA na guerra do Oriente Médio contra o Irã. O Hezbollah anunciou que, nas últimas 24 horas, realizou 103 operações contra Israel, afirmando que quase 100 tanques Merkava foram destruídos durante esse período.
No Iraque, o governo do primeiro-ministro Mohammed Shia al-Sudani endureceu o tom contra os EUA e Israel após ataques que resultaram na morte de 15 combatentes das Forças de Mobilização Popular (FMP) na cidade de Habbaniyah. O governo iraquiano autorizou as FMP a exercerem o direito à autodefesa e convocou o encarregado de negócios dos EUA em Bagdá para apresentar uma carta de protesto.
Alertas de Segurança e Resiliência Iraniana
A tensão no Iraque levou a Embaixada dos EUA em Bagdá a emitir alertas de segurança, aconselhando a não se aproximar da embaixada devido ao risco de ataques com mísseis e drones. O Irã está na 86ª leva de mísseis e drones desde o início da guerra, mantendo uma capacidade ofensiva significativa, mesmo após os bombardeios.
Desempenho de Israel e Desafios
Israel afirma interceptar cerca de 90% dos mísseis lançados contra seu território. No entanto, segundo especialistas, os 10% que conseguem atingir alvos estratégicos criam problemas reais para a segurança israelense. A situação está se tornando cada vez mais delicada para Israel, que enfrenta a resistência do Hezbollah e das milícias iraquianas.
Opinião
O cenário atual no Oriente Médio revela um equilíbrio de forças em que a capacidade de resistência do Hezbollah e das milícias iraquianas desafia a hegemonia de Israel e dos EUA, exigindo uma análise cuidadosa das estratégias adotadas por ambos os lados.





