Eleições

Flávio Bolsonaro lidera multidão em ato do ‘Acorda Brasil’ contra STF e por anistia

Flávio Bolsonaro lidera multidão em ato do 'Acorda Brasil' contra STF e por anistia

O movimento ‘Acorda Brasil’ mobilizou milhares de pessoas no último dia 1º de março de 2026, reunindo manifestantes em ao menos oito capitais do país. O ato principal ocorreu na Avenida Paulista, em São Paulo, onde as pautas centrais incluíram a defesa da anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro e críticas severas ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ, foi destacado como a principal referência da direita para as eleições de 2026. Durante o evento, ele enfatizou a necessidade de união do campo conservador e projetou o retorno de seu pai, Jair Bolsonaro, ao Palácio do Planalto em 2027. “O silêncio não é mais uma opção. Nós estamos aqui e não vamos desistir do nosso Brasil”, afirmou Flávio, em um discurso que ressoou entre os presentes.

Críticas ao STF e pedidos de impeachment

As críticas ao STF dominaram os discursos, com líderes da direita exigindo o impeachment de ministros da Corte. O deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) foi enfático ao afirmar que o “destino final de Alexandre de Moraes não é impeachment, não. O destino é cadeia”. Sob gritos de “Fora, Moraes”, ele também criticou o ministro Dias Toffoli, sugerindo que ambos deveriam ser afastados do STF devido a supostas irregularidades.

Participação de governadores e promessas de anistia

A mobilização contou com a presença de governadores e parlamentares, todos se reunindo em um caminhão de som chamado ‘Avassalador’. O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), prometeu que seu “primeiro ato” como presidente, caso eleito, será conceder anistia plena aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro. Em sua fala, Caiado destacou que a anistia é uma prioridade e que o movimento nas ruas é uma forma de pressionar o Congresso Nacional.

Opinião

O ato do ‘Acorda Brasil’ não apenas mobiliza a direita, mas também reflete o crescente descontentamento com o STF e a busca por uma agenda comum entre os conservadores, destacando Flávio Bolsonaro como uma figura central para o futuro político do Brasil.