Um tiroteio em massa ocorreu na madrugada do dia 1 de outubro, em Austin, resultando na morte de três pessoas e deixando outras 14 feridas. O ataque aconteceu do lado de fora do bar Buford’s, no distrito de entretenimento da cidade, quando o suspeito, identificado como Ndiaga Diagne, de 52 anos, abriu fogo contra clientes que estavam no pátio e na calçada.
A chefe da polícia de Austin, Lisa Davis, relatou que o ataque começou às 1h58, quando Diagne, dirigindo um veículo utilitário esportivo, disparou uma pistola contra as pessoas reunidas. Após estacionar, ele saiu do carro armado com um rifle e continuou a atirar. A resposta policial foi rápida, com os agentes chegando ao local em cerca de 55 segundos e confrontando o suspeito, que foi baleado.
Investigação em Andamento
O FBI está investigando o caso e encontrou um Alcorão dentro do veículo do suspeito, além de informações que sugerem um possível vínculo com o terrorismo. Alex Dorne, agente especial interino do escritório do FBI em San Antonio, afirmou que ainda é cedo para determinar a motivação do ataque, mas a Força-Tarefa Conjunta de Combate ao Terrorismo está envolvida na investigação.
Diagne, que era cidadão americano naturalizado desde 2000 e tinha um histórico documentado de doença mental, viveu anteriormente em Nova York e nasceu no Senegal. As autoridades também acionaram equipes especializadas em artefatos explosivos após encontrarem itens suspeitos no veículo, mas nenhum explosivo foi encontrado.
Consequências do Ataque
O ataque deixou três mortos no local e 14 feridos, com três pessoas em estado crítico. Os paramédicos começaram a atender os pacientes 57 segundos após a primeira chamada, segundo Rob Luceritz, chefe do serviço de emergência médica de Austin-Travis County. A investigação continua, com as autoridades analisando o histórico do suspeito e as circunstâncias que levaram ao ataque.
Opinião
O tiroteio em Austin levanta questões sérias sobre segurança e a necessidade de uma resposta eficaz a ameaças de violência.






