A Operação Catrimani II, iniciada em março de 2024, tem demonstrado seu impacto significativo na Terra Indígena Yanomami, causando prejuízos de R$ 645,3 milhões às estruturas criminosas ligadas ao garimpo ilegal. Desde o começo da operação, foram realizadas cerca de 9 mil ações, resultando em 49.444 abordagens e 328 prisões.
Resultados da Operação
As ações do Exército Brasileiro e demais forças de segurança têm sido fundamentais para desmantelar as atividades ilegais na região. A operação contabilizou a inutilização de 778 acampamentos clandestinos e 45 aeronaves, além da apreensão de 232 kg de mercúrio, substância altamente tóxica utilizada na mineração. Também foram destruídos 236 mil litros de óleo diesel, que abasteciam os garimpos.
Apoio às Comunidades Indígenas
Além das ações repressivas, a operação também tem se preocupado com a saúde das comunidades locais. O Exército tem prestado apoio logístico ao Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), contribuindo com a reestruturação das Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) através da entrega de materiais como telhas e placas fotovoltaicas.
Desarticulação de Redes Criminosas
A presença constante das tropas do Exército é considerada essencial para desarticular as redes criminosas que atuam na Terra Indígena Yanomami. Medidas como a interdição de pistas de pouso clandestinas e a destruição de dragas e motores têm sido implementadas para dificultar a operação dos garimpeiros.
Opinião
A Operação Catrimani II revela a importância da ação integrada entre as Forças Armadas e órgãos de segurança para a proteção das terras indígenas e do meio ambiente, destacando a necessidade de continuidade nesse esforço.
