O ex-deputado federal Eduardo Cunha, pré-candidato a deputado federal por Minas Gerais, acredita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva escolherá o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, como seu vice na chapa para as eleições de 2026. Cunha argumenta que essa escolha é estratégica, uma vez que o Partido dos Trabalhadores (PT) não pode correr o risco de não ter um sucessor caso algo aconteça com Lula.
Em um artigo publicado no Poder360, Cunha destacou que a idade avançada de Lula, caso ele vença a reeleição, aumenta os riscos de não completar o mandato. Ele comparou a situação de Lula à do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, afirmando que a saúde do petista pode ser um fator determinante para sua permanência no cargo.
Declarações de Haddad e a Polarização da Eleição
Fernando Haddad, por sua vez, já declarou que não pretende disputar as eleições e que deve permanecer no governo até o fim do mandato. O PT, no entanto, tenta convencê-lo a se candidatar ao governo de São Paulo ou ao Senado. Cunha, em suas análises, acredita que a economia não será um fator decisivo nas eleições de 2026, ressaltando que a polarização acentuada será o principal elemento a influenciar o pleito.
Ele ainda mencionou que a disputa presidencial será marcada por uma “guerra contra as rejeições”, similar ao que ocorreu nas eleições de 2022, onde a rejeição a Jair Bolsonaro foi um fator crucial para sua derrota.
Opinião
A análise de Cunha sobre a candidatura de Haddad e a saúde de Lula levanta questões importantes sobre a estratégia eleitoral do PT e os desafios que a polarização pode trazer para as eleições de 2026.
