O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 1,4% no quarto trimestre, segundo a leitura preliminar divulgada pelo Departamento do Comércio nesta sexta-feira, 20 de janeiro. O resultado ficou muito abaixo da alta de 2,5% que era esperada por analistas.
A desaceleração do crescimento do PIB foi evidente, uma vez que no terceiro trimestre o aumento foi de 4,4%. Os principais fatores que contribuíram para o crescimento foram os gastos dos consumidores e os investimentos, embora esses avanços tenham sido parcialmente compensados por quedas nos gastos do governo e nas exportações.
Desempenho do PCE e Renda Pessoal
O índice de preços de gastos com consumo, conhecido como PCE, subiu 2,9% no quarto trimestre, superando a alta de 2,8%% do terceiro trimestre. O núcleo do PCE, que exclui itens voláteis como energia e alimentos, registrou um aumento de 2,7%, comparado a 2,9%% do trimestre anterior.
Além disso, a renda pessoal dos americanos avançou 0,3% em dezembro, totalizando US$ 86,2 bilhões, superando a expectativa de alta de 0,2%. Os gastos com consumo também subiram 0,4% em dezembro, ou US$ 91 bilhões, alinhando-se ao consenso do mercado.
O que isso significa?
Esse desempenho do PIB e do PCE sugere um cenário econômico misto para os Estados Unidos, levantando questões sobre a sustentabilidade do crescimento e os desafios que o governo pode enfrentar no futuro próximo.
Opinião
A desaceleração do PIB indica que a economia dos EUA pode enfrentar dificuldades, exigindo atenção dos formuladores de políticas para evitar um impacto mais profundo.
