A corrida eleitoral para o Senado em 2026 está a todo vapor, com 54 cadeiras em disputa e uma clara estratégia da direita, liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro e seu partido, o PL, para conquistar o máximo de assentos possíveis. A pressão por senadores comprometidos com o impeachment de ministros do STF é evidente, com uma pesquisa mostrando que 66% dos brasileiros apoiam essa ideia.
Chapas em destaque e disputas regionais
No Paraná, o ex-procurador Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL) formam uma chapa competitiva. Em Santa Catarina, a chapa “puro sangue” conta com Carlos Bolsonaro e Caroline de Toni, ambos do PL. São Paulo vê a disputa entre Guilherme Derrite (PP) e Ricardo Salles (Novo), enquanto no Distrito Federal, Bia Kicis e Michelle Bolsonaro também se destacam. Em Alagoas, Arthur Lira (PP) e Alfredo Gaspar (PL) estão entre os candidatos relevantes.
Impacto das mudanças no Senado
Com o fim da legislatura, partidos como PSD e MDB perderão 11 e 10 senadores, respectivamente. A pesquisa do instituto Genial/Quaest reflete o desejo da população por senadores que ajudem a aprovar pedidos de impeachment, o que pode influenciar a composição do novo Senado.
Polarização e estratégias eleitorais
A polarização entre esquerda e direita também afeta as eleições para o Senado, com especialistas apontando que a falta de uma maioria estável pode dificultar a aprovação de reformas essenciais. O deputado Maurício Marcon (PL-RS) elogia a estratégia do PL em evitar a fragmentação de candidaturas, o que pode aumentar as chances de vitória da direita.
Opinião
A disputa pelo Senado em 2026 promete ser uma das mais acirradas da história, com a pressão por mudanças e a polarização política moldando o cenário eleitoral.





