Investigação da CPMI do INSS
A senadora Damares Alves, do Republicanos-DF, confirmou a convocação de igrejas e pastores entre os investigados pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga os descontos em benefícios do INSS para aposentados. Em uma nota divulgada, Damares expressou seu ‘profundo desconforto e tristeza’ com a necessidade de investigar entidades religiosas, ressaltando o relevante papel social e espiritual que elas desempenham.
Críticas e reações
A confirmação de Damares ocorre em meio a críticas do pastor Silas Malafaia, que pediu que a senadora nomeasse os envolvidos nas investigações. Malafaia acusou Damares de difamar os evangélicos e afirmou que não aceitará que a comunidade cristã seja vista como corrupta. Em resposta, a senadora declarou que a CPMI ‘vai colocar muita gente na cadeia’, referindo-se à abrangência das investigações.
Próximos passos da CPMI
Os trabalhos da CPMI devem ser retomados em fevereiro de 2026, após o recesso do parlamento. Um dos depoimentos aguardados é o do banqueiro Daniel Vorcaro, que deve esclarecer o envolvimento de instituições financeiras e religiosas nas fraudes investigadas. Damares também mencionou que as investigações podem alcançar até 20 outras instituições.
Opinião
Com a CPMI do INSS em andamento, a expectativa é que novas revelações surjam, envolvendo tanto o setor financeiro quanto o religioso, e que a investigação traga consequências significativas para os envolvidos.
Opinião
A situação envolvendo Damares Alves e a CPMI do INSS reflete um momento delicado para as instituições religiosas, que podem ser afetadas por acusações de corrupção e fraudes.
