Com a chegada do calor e o aumento das contas de energia, escolher um ar-condicionado eficiente se torna essencial para o orçamento familiar. Entre os modelos split de 12.000 BTUs, que são comumente utilizados em quartos e salas médias, as diferenças de consumo de energia podem impactar diretamente o custo mensal. Um estudo recente analisou os principais aparelhos disponíveis no Brasil, considerando 160 horas de uso por mês e uma tarifa média de R$ 0,92 por kWh.
Comparativo de eficiência energética
O modelo Daikin Inverter 12.000 BTUs (FTKM Series) se destacou como o mais econômico, apresentando um consumo mensal estimado de apenas R$ 132. Isso se deve à sua potência média mais baixa, o que significa que o compressor trabalha menos para atingir a mesma capacidade de resfriamento. Em segundo lugar, está o Fujitsu Inverter 12.000 BTUs (AR-R12), com um consumo mensal em torno de R$ 135.
O modelo mais barato
Por outro lado, o Elgin Eco Split Inverter 12.000 se destaca como o mais barato do mercado, com um preço médio de R$ 2.900. No entanto, seu consumo mensal estimado é de R$ 169, o que indica que, embora o custo inicial seja menor, o gasto mensal é maior em comparação com os modelos mais eficientes.
Payback e custo-benefício
O TCL Split T-Pro 12.000, por sua vez, é considerado uma boa opção em termos de payback, com um retorno em 10,4 meses, oferecendo um equilíbrio entre preço e eficiência. Modelos como o Consul Hi Wall Triple Inverter e o Samsung WindFree também apresentam boas características, mas com um custo de aquisição mais elevado.
Qual escolher?
A escolha do ar-condicionado ideal depende das prioridades do consumidor. Se o foco é economizar no consumo mensal, o Daikin e o Fujitsu são as melhores opções. Para quem busca um investimento inicial menor, o Elgin Eco Split é a escolha mais viável, mesmo que o custo mensal seja um pouco mais alto. Por fim, o TCL Split T-Pro oferece um bom equilíbrio entre custo de aquisição e eficiência energética.
Opinião
A decisão sobre qual ar-condicionado escolher deve levar em conta tanto o custo inicial quanto a economia a longo prazo, refletindo as necessidades e prioridades de cada consumidor.





