A jornalista Cristina Graeml reafirmou seu apoio à candidatura presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mesmo após se filiar ao PSD do Paraná. A filiação foi anunciada nas redes sociais e é liderada pelo governador Ratinho Jr. e pelo pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (GO).
Em resposta a críticas de apoiadores sobre seu alinhamento com o grupo de Ratinho, que articula uma candidatura própria ao governo estadual, Cristina afirmou: “Nada mudou. Flávio Bolsonaro é o meu pré-candidato à Presidência da República”.
Planos Futuros
Após ter sido pré-candidata à Prefeitura de Curitiba em 2024, Cristina mantém seu plano de concorrer a uma das duas vagas ao Senado pelo Paraná nas eleições deste ano, agora pelo PSD. Ela já passou por siglas como PMB e União Brasil, onde chegou a ser pré-candidata, mas perdeu espaço após um acordo político entre o PL e o senador Sergio Moro (PL-PR).
Reações e Disputas
A filiação de Cristina Graeml ao PSD indica um cenário de fragmentação do campo conservador no estado, refletindo na política nacional. A declaração de apoio a Flávio Bolsonaro provocou reações dentro do PL, onde o deputado federal André Fernandes convidou publicamente Cristina a se filiar ao partido: “Você será uma grande deputada federal, e nossos amigos Filipe Barros (PL-PR) e Deltan Dallagnol (Novo-PR) serão grandes senadores”.
A movimentação de Cristina ilustra a complexidade das articulações no Paraná, onde PSD, PL e outras siglas disputam espaço sobre uma mesma base eleitoral. O entrelaçamento de alianças locais com projetos nacionais tende a intensificar a competição interna no campo conservador, impactando diretamente a formação das chapas e as estratégias de campanha.
Opinião
A filiação de Cristina Graeml ao PSD e seu apoio a Flávio Bolsonaro sinalizam uma nova fase na política paranaense, onde alianças e disputas se tornam cada vez mais complexas.





