Dois americanos, Riley Walz e Luke Igel, criaram um site chamado Jmail, que simula a caixa de entrada de e-mail de Jeffrey Epstein e reúne documentos ligados ao escândalo sexual que chocou o mundo. O caso, que ganhou notoriedade após a prisão de Epstein em 2019, voltou a ser destaque com a liberação de novos arquivos pelo Departamento de Justiça dos EUA.
Documentos reveladores
No final de janeiro, o Departamento de Justiça divulgou mais de 3 milhões de arquivos relacionados às investigações sobre Epstein. Esses documentos incluem e-mails, mensagens, fotos e vídeos que revelam a gravidade das acusações contra o bilionário, que pode ter explorado sexualmente mais de 250 meninas menores de idade.
Funcionalidade do Jmail
O site Jmail foi desenvolvido para facilitar o acesso a esses documentos, organizando-os em uma interface semelhante à do Gmail. A plataforma permite que os usuários visualizem mensagens, filtrem e-mails por destinatário e acessem registros importantes do caso. O endereço do site é https://jmail.world/.
Objetivo e impacto
Os criadores do Jmail visam ajudar o público a entender melhor o contexto das conversas e registros associados a Epstein. A plataforma não só organiza os dados de forma mais acessível, mas também expõe a complexidade das interações que envolvem nomes influentes, aumentando a repercussão do caso.
Histórico de Epstein
Jeffrey Epstein foi acusado de liderar uma rede de tráfico sexual que explorava menores de idade entre 2002 e 2005. Ele foi preso em 2019, mas morreu sob custódia, com a conclusão oficial das autoridades sendo de que ele cometeu suicídio. As investigações continuam a revelar detalhes chocantes sobre os abusos cometidos.
Opinião
A criação do Jmail é um passo importante para trazer à luz informações que precisam ser discutidas, especialmente em casos tão complexos e impactantes como o de Epstein.
