Eleições

Cármen Lúcia impõe 10 regras para juízes eleitorais e exige rigor nas eleições 2026

Cármen Lúcia impõe 10 regras para juízes eleitorais e exige rigor nas eleições 2026

Cármen Lúcia, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), apresentou aos presidentes dos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) as 10 regras de conduta para juízes eleitorais nas eleições de 2026. A reunião ocorreu em 10 de fevereiro de 2026, e o objetivo é garantir transparência e rigor no processo eleitoral.

Objetivos das regras

As regras foram anunciadas no dia 2 de fevereiro de 2026 e visam a uniformização de condutas e o fortalecimento da credibilidade institucional. Durante a abertura do Ano Judiciário Eleitoral, Cármen Lúcia enfatizou a necessidade de uma atuação ética e transparente dos juízes eleitorais.

Regras apresentadas

As diretrizes incluem:

1. Garantir a publicidade das audiências com partes e advogados, divulgando previamente as agendas; 2. Manter postura comedida em intervenções sobre temas eleitorais; 3. Evitar comparecimento a eventos que promovam confraternização com candidatos; 4. Abster-se de manifestações sobre escolhas políticas pessoais; 5. Não receber ofertas que possam comprometer a imparcialidade; 6. Evitar sinalizações favoráveis ou contrárias a candidatos; 7. Manter-se afastados de processos onde escritórios de advocacia estejam envolvidos; 8. Não assumir compromissos que prejudiquem deveres funcionais; 9. Assegurar que apenas a autoridade competente divulgue atos judiciais; 10. Reafirmar a transparência como princípio essencial.

Importância das diretrizes

Durante o encontro, os presidentes dos TREs destacaram a importância dessas diretrizes para o fortalecimento da ética e da confiança da sociedade na Justiça Eleitoral. Cármen Lúcia reafirmou que no Estado de Direito não há espaço para ilegalidades ou desvios éticos.

Opinião

A implementação dessas regras é um passo importante para garantir a integridade do processo eleitoral e a confiança da população na Justiça Eleitoral.