Com a chegada das fortes chuvas de verão, muitos motoristas brasileiros enfrentam o desafio de atravessar áreas alagadas. A dúvida que surge é: é seguro passar por essas vias com carros elétricos? A resposta não é simples e depende de alguns fatores, particularmente da profundidade da água.
As recomendações das montadoras são claras. A BYD sugere que a profundidade máxima para travessia deve ser entre 20 cm e 30 cm, ou até a borda das rodas. A velocidade máxima ao atravessar água deve ser de até 10 km/h para evitar marolas que possam danificar componentes sensíveis. A GWM também recomenda que os motoristas evitem áreas onde a água ultrapasse a metade das rodas, especialmente em veículos híbridos, já que o motor pode aspirar a água.
Cuidados e recomendações das montadoras
A JAC indica que não se deve passar por áreas com mais de 20 cm de profundidade, enquanto a GAC reforça que o compartimento da bateria não deve ser submerso em hipótese alguma. Se a água atingir o assoalho do veículo, é essencial levá-lo a uma concessionária.
Embora um contato rápido com a água não cause problemas imediatos, a imersão por mais de uma hora pode contaminar as baterias. Por isso, é fundamental que os motoristas da BYD evitem áreas com água acima da borda das rodas. Se necessário, desligar o ar-condicionado pode prevenir danos adicionais ao sistema.
Opinião
Em resumo, a segurança ao dirigir carros elétricos em áreas alagadas depende da profundidade da água e do tempo de exposição. É sempre melhor evitar essas situações sempre que possível e seguir as orientações das montadoras para garantir a integridade do veículo.
Opinião
As recomendações das montadoras são cruciais para garantir a segurança dos motoristas e a durabilidade dos veículos em situações de enchente.





