Economia

Banco Central revela alta de juros e inadimplência, enquanto Lula e Flávio empatam

Banco Central revela alta de juros e inadimplência, enquanto Lula e Flávio empatam

A taxa de juros média nas operações de crédito no Brasil atingiu 32,8% ao ano, conforme dados divulgados pelo Banco Central. Além disso, a inadimplência média também apresentou aumento, alcançando 4,2% em janeiro.

Em um cenário financeiro misto, o Governo Central registrou um superávit primário de R$ 86,900 bilhões no mesmo mês, resultado de um superávit de R$ 107,615 bilhões do Tesouro Nacional, que foi parcialmente compensado por déficits da Previdência Social e do Banco Central.

O estoque de crédito do sistema financeiro também apresentou uma leve queda de 0,2%, totalizando R$ 7,116 trilhões. Este cenário pode impactar as decisões de consumo e investimento das empresas.

Decisões do Mercado e Política

Em um desdobramento relevante, empresas afirmaram que não irão reduzir preços, mesmo após a recente decisão da Suprema Corte, que favoreceu mais de 1.000 empresas em um processo contra o governo. A corte considerou que o presidente não tinha autoridade legal para impor tarifas sob a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional de 1977.

Classificação de Crédito e Expectativas Eleitorais

A agência de classificação de risco Moody’s cortou a nota de crédito da Cosan de ‘Ba2’ para ‘Ba3’, refletindo as incertezas em torno da reestruturação da Raízen e o aumento da percepção de risco do grupo.

Adicionalmente, uma pesquisa eleitoral recente mostrou um empate entre Lula e Flávio Bolsonaro, o que pode influenciar o mercado e a percepção dos agentes econômicos sobre a estabilidade política do país.

Opinião

As flutuações nas taxas de juros e a crescente inadimplência revelam um cenário desafiador para o Brasil, que exige atenção redobrada dos investidores e formuladores de políticas.