A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) autorizou no dia 24 de março de 2026 o governo do estado a contratar empréstimos que somam cerca de R$ 15 bilhões. Essa decisão gerou polêmica, especialmente pelo fato de que vários deputados do PT votaram a favor, incluindo o renomado Eduardo Suplicy.
Votos e Controvérsias
A votação registrou a participação de seis deputados do PT que apoiaram a proposta, o que foi criticado por membros da base governista. O deputado Gil Diniz (PL) expressou sua indignação, afirmando que o PT estaria se aliando ao governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) ao votar a favor do empréstimo. Ele ironizou a situação, insinuando que o partido poderia estar se preparando para apoiar a reeleição de Tarcísio.
Detalhes do Empréstimo
O empréstimo aprovado inclui US$ 82 milhões destinados ao Programa de Superação da Pobreza, além de US$ 157 milhões para investimentos em saúde. Contudo, o maior valor a ser contratado será para a conclusão do Rodoanel Mário Covas. Tarcísio ainda poderá contrair US$ 970 milhões para cobrir a dívida pública do estado.
Reação do PT e Justificativas
Apesar de terem apontado falta de transparência na proposta, os deputados do PT justificaram seus votos afirmando que a aprovação do crédito era essencial para beneficiar a população. O deputado Paulo Fiorilo, também do PT, destacou que o governo já possuía os votos necessários e que a aprovação era inevitável.
Opinião
A votação na Alesp levanta questões sobre a união de interesses entre partidos e a responsabilidade fiscal, refletindo um momento crítico na política paulista.





