A operação realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime (Ficco) do Rio de Janeiro resultou na prisão de Adilson Oliveira Coutinho Filho, conhecido como Adilsinho, o bicheiro mais procurado do estado. A detenção ocorreu em uma mansão em Cabo Frio, na Região dos Lagos, no dia 26 de fevereiro de 2026, após meses de investigação e monitoramento.
Adilsinho estava foragido desde novembro de 2025 e seu nome constava na Lista de Procurados do Projeto Captura, uma iniciativa do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para prender criminosos de alta periculosidade. Ele é investigado por crimes relacionados à fabricação e venda de cigarros ilegais, além de ser um dos principais nomes do jogo do bicho no Rio de Janeiro.
Investigação e Operação
A operação que levou à prisão de Adilsinho faz parte da estratégia de integração do MJSP, que reúne diferentes forças de segurança para atuar de forma coordenada no combate ao crime organizado. A ação foi conduzida pela Ficco-RJ, que conta com integrantes da Polícia Federal e da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro.
Os investigadores utilizaram um sofisticado sistema de inteligência e monitoramento financeiro, que incluiu o cruzamento de dados e a análise de vínculos. Imagens de drone confirmaram a presença do foragido na mansão, garantindo a segurança durante o cumprimento dos cinco mandados de prisão que ele possuía, tanto na esfera federal quanto estadual.
Consequências e Próximos Passos
Após sua detenção, Adilson foi levado à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro para os procedimentos legais e, em seguida, será encaminhado ao sistema penitenciário, onde ficará à disposição da Justiça. O diretor de Operações Integradas e de Inteligência do MJSP, José Anchieta Neto, destacou a importância da cooperação entre as instituições, afirmando que a integração é essencial para enfrentar organizações criminosas complexas.
Opinião
A prisão de Adilsinho representa um passo significativo no combate ao crime organizado no Rio de Janeiro, reforçando a necessidade de ações integradas entre as forças de segurança.






