Eleições

TSE e TREs definem 43 urnas para auditoria e garantem integridade no 2º turno

TSE e TREs definem 43 urnas para auditoria e garantem integridade no 2º turno

Os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) de todo o Brasil definiram no último sábado, 24 de outubro, as urnas eletrônicas que passarão por auditorias no segundo turno das eleições gerais. O sorteio das urnas foi realizado com a participação de representantes de partidos políticos e de entidades fiscalizadoras.

No total, serão auditadas 43 urnas nos quatro maiores colégios eleitorais do país: São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Bahia. Dessas, 33 passarão pelo teste de integridade e 10 pelo teste de autenticidade. Além disso, nos estados do Paraná, Rio Grande do Sul, Pernambuco e Ceará, outras 35 urnas serão auditadas, com 27 no teste de integridade e 8 no de autenticidade.

O menor colégio eleitoral do país, Roraima, terá 23 urnas auditadas, sendo 20 no teste de integridade e 3 no teste de autenticidade. A votação ocorrerá no dia 25 de outubro.

Entidades Fiscalizadoras e Procedimentos

Entre as entidades fiscalizadoras convidadas para participar do processo estão a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público, a Controladoria-Geral da União (CGU), o Tribunal de Contas da União (TCU) e a Polícia Federal, entre outras. A auditoria inclui um teste de integridade com biometria, onde eleitores voluntários utilizarão sua biometria para depositar votos.

A cerimônia de verificação dos sistemas eleitorais foi realizada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), garantindo que os sistemas que processam os resultados das eleições estejam intactos. O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, afirmou que é um dever sagrado da Corte assegurar que cada voto seja registrado com exatidão.

Transparência e Confiança

O TSE também emitiu relatórios denominados zerésimas, que comprovam que não há votos registrados no sistema antes do início da votação. Isso garante que as urnas eletrônicas estejam aptas para receber os votos dos eleitores, assegurando a integridade e a transparência do processo eleitoral.

Opinião

A realização de auditorias e a presença de entidades fiscalizadoras são passos cruciais para manter a confiança da população no sistema eleitoral brasileiro.